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UEA - Universidade Estadual do Amazonas

Durante a fase de implantação das 85 estações previstas no projeto SIPEG, foi realizada a instalação de 25 receptores em caráter temporário na região de Manaus-AM, de tal forma que uma rede densa (distância de 20km entre receptores) fosse configurada.

O mapa abaixo apresenta a distribuição das estações:



Esse projeto foi liderado por pesquisadores da Universidade Estadual do Amazonas e o objetivo foi investigar o comportamento do IWV durante a formação e evolução de processos convectivos (Adams et al,2010).


RME-Rede de Informação em Missões Espaciais

O grupo GEOMA vem trabalhando no projeto SIPEG em parceria com o grupo RME. O grupo RME recebe os dados das estações integradas SIPEG instaladas em áreas remotas do território nacional e entregá-os na área computacional do projeto.

O RME visa monitorar e controlar os serviços dos Servidores de Fluxo Binário e Servidores de Arquivos, os quais são designados a receberem o fluxo de arquivos e o fluxo binário das estações integradas.

Para maiores informações sobre os serviços aplicativos do grupo RME acesse o site:
RME



IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) RBMC - Rede Brasileira de Monitoramento Contínuo dos Sistemas GNSS

A RBMC, Rede Brasileira de Monitoramento Contínuo dos Sistemas GNSS é uma rede composta de estações GNSS cujas informações permitem calcular as coordenadas (latitude, longitude e altitude elipsoidal) precisas.

A distribuição relativamente esparsa das estações da RBMC foi essencial para cobrir o território nacional com várias estações GPS, o que resultou em significante melhoria nos parâmetros geodésicos do nosso continente, e derivadas implicações as estimativas de alturas ortométricas (diferença entre a superfície terrestre e o geóide) e levantamentos gravimétricos.

Os dados e relatórios de todas as estações do RBMC estão aos cuidados do IBGE. Para acesso aos dados, por favor, acessar a página:
RBMC



BraSIS - Rede Sismográfica Integrada do Brasil

Embora não disponha ainda de uma estrutura completa, o Brasil robusteceu sua malha de estações sismográficas nos últimos anos. Atualmente, o Observatório Sismológico (Obsis) da Universidade de Brasília (UnB), o Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da Universidade de São Paulo (USP) e o Laboratório de Sismologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) são os principais institutos que registram eventos sísmicos no País.

A Rede Sismográfica Integrada do Brasil (BraSIS) visa monitorar continuamente a atividade sísmica de todas as regiões do Brasil, através de 60 estações sismográficas integradas.

Busca-se então instalar estações GNSS, juntamente com as estações sismográficas, a fim de aprimorar os estudos voltados à detecção de movimentos das placas tectônicas.